
quarta-feira, junho 25, 2008
Entrevista - Vereador PS
2008-06-05
Nuno Antão, vereador eleito pelo partido socialista na Câmara de Salvaterra de Magos, sobre o processo que envolveu os eleitos do bloco de esquerda e a visita da Polícia Judiciária à autarquia salvaterrense.

É possível fazer um balanço sucinto do desempenho do bloco de esquerda neste mandato na Câmara de Salvaterra de Magos?
É uma desilusão. Aquilo que podemos definir como o projecto "Anita" em Salvaterra de Magos esgotou...
Projecto "Anita"?
Durante este mandato, e até nos dois mandatos anteriores, a figura central do projecto do bloco de esquerda nunca deixou de ser a presidente da Câmara. Por essa razão eu chamei-lhe projecto "Anita". Está esgotado, é como uma vinha velha, que tem muita parra e pouca uva. Tem-se notado uma perda progressiva da capacidade de resolver os problemas das pessoas, que era um dos argumentos difíceis de contrariar por parte das oposições. A resolução desses problemas arrasta-se meses a fio, o projecto esgotou e já não há capacidade para ir mais além. Nós assistimos, noutros concelhos aqui à volta, a autarcas que estão há mais tempo nas câmaras mas que têm capacidade de renovar os seus projectos, mas isso não acontece em Salvaterra...
O PS votou favoravelmente o plano de actividades e o orçamento para 2006, o primeiro deste mandato. Nessa altura não tinha a mesma opinião que sustenta actualmente.
Votámos favoravelmente o primeiro orçamento do mandato na certeza que algumas coisas não eram mesmo para ser feitas, porque estávamos em fase de transição entre quadros comunitários de apoio. Em 2007 já tivemos muitas dúvidas e desde logo levantámos a questão das expectativas que estavam a ser criadas nas populações, com projectos para tudo e mais alguma coisa, a todos os níveis...
Ainda assim, deram o benefício da dúvida e votaram de novo favoravelmente.
O que já não aconteceu para 2008, porque continuamos a ver os mesmos cenários, com a mesma lógica de sempre: procurar apoios comunitários onde eles não existem.
Vivemos momentos difíceis na economia nacional e até num contexto mundial. Essa conjuntura pode justificar as dificuldades que a Câmara tem em concretizar projectos?
Há sempre uma relação. O efeito pode não ser imediato, mas há sempre um efeito que vem a verificar-se. Mas nós estamos a falar de investimento público em infra-estruturas, e aqui a crise nacional ou internacional interfere pouco. Os fundos comunitários estão sempre disponíveis, ainda que nos períodos entre quadros as verbas sejam residuais. Na minha óptica, a questão fundamental tem a ver com incapacidade: o projecto do bloco de esquerda esgotou, e aí reside a questão essencial.
Mas reconhece algum mérito no trabalho de Ana Cristina Ribeiro ao longo dos mandatos que tem protagonizado na Câmara. Ou não?
É evidente que há coisas que foram bem feitas, mas qualquer pessoa as faria se estivesse investida no cargo. Eu penso que há aspectos que nem deveriam ser objecto de discussão ou de promessa política, como é o caso da rede de águas, cuja renovação é essencial. O saneamento ou a rede viária estão no mesmo patamar. Isto é o básico para qualquer munícipe que esteja disponível para gerir o concelho.
Percebem claramente. Nós sentimos isso. O partido socialista venceu eleições atrás de eleições no concelho de Salvaterra e há um momento em que perde as eleições, em 1997. Há um ciclo que se inverte, verificando-se na altura uma quebra total de confiança no PS por parte das pessoas, que acreditaram noutro projecto. Todas as obras levadas a cabo pelo bloco de esquerda no primeiro mandato estavam projectadas pelo PS e tinham financiamentos garantidos.
A presidente diz que encontrou uma Câmara muito desorganizada e cheia de dívidas. Reconhece-lhe razão nesse contexto?
Não, não reconheço nada daquilo que foi dito na entrevista ao Fundamental. Havia uma dívida da Câmara à banca, mas pergunto: qual das câmaras municipais não a tem? Havia uma dívida de curto prazo a fornecedores, perfeitamente normal. E tanto os valores não eram exagerados nem preocupantes que foi possível ao longo dos anos seguintes manter o mesmo valor de dívida. Se formos apurar aquilo que é a dívida do município actualmente, concluiremos que é sensivelmente igual, não havendo grande diferença.
De qualquer forma, as pessoas não se reviram no PS de 1997 e empreenderam a mudança. Onze anos depois, o Nuno Antão sente que tem uma herança difícil nesse particular? Os salvaterrenses ainda estão ressentidos com o PS?
Já não sinto absolutamente nada disso. Confesso que na fase inicial da candidatura a este mandato ainda senti um pouco esse desconforto das pessoas em relação aos socialistas. Julgavam que era a mesma coisa, mas já constataram que não é. Eu tenho muito orgulho e sou solidário com os meus camaradas que geriram a Câmara até 1997, e quando faço análises ao passado faço-as de acordo com o contexto que se vivia na altura, até porque esse período, face ao que se vê hoje, é um período que não deslustra nem envergonha as pessoas que cá estiveram. Eu costumo dizer que a marca social desta Câmara é ter construído muita habitação social por ano, isto se chegarmos ao fim do mandato e estiverem construídas as doze habitações sociais previstas para Salvaterra de Magos. Essa é a marca social desta gestão. É como as escolas: quantas foram construídas nestes últimos dez anos? Eu não quero errar, mas acho que foram dois jardins de infância no concelho todo.
Acredita que 2009 poderá trazer de novo um cenário de mudança a favor do PS de Salvaterra?
Vai ser de novo candidato à presidência da Câmara em 2009?
Eu acredito nas instituições democráticas e é através das mesmas que estas coisas têm que ser definidas. O que lhe posso dizer é que neste momento sou candidato a candidato. Essa será uma escolha colectiva da concelhia do partido socialista. Eu estou disponível mas o partido poderá ter uma solução melhor e eu próprio poderei perceber que essa é uma solução melhor.
Qual é o problema mais grave que identifica no município de Salvaterra de Magos?
Não consigo identificar apenas um problema, ou aquele que possa ser o mais grave no concelho. Estão previstos um conjunto de investimentos para a área metropolitana de Lisboa que vão ter grande repercussão no concelho. O novo aeroporto de Lisboa, a rede de TGV, as plataformas logísticas a Norte e a Sul do Tejo. São investimentos públicos gigantescos, de uma dimensão nunca antes vista no país, que vão ocorrer ao pé de nós. É difícil identificar um problema entre tantos ou dizer que esse é prioritário em relação a outros. O concelho precisa de acompanhar essas obras que vão ser desenvolvidas.
O desenvolvimento demográfico da área metropolitana de Lisboa empurra as pessoas para longe da capital e elas vão começar a fixar-se aqui nas zonas da lezíria e do oeste. Os pólos universitários vão começar a ficar muito longe. Nós temos espaço e condições para que desde já se comece a trabalhar no sentido de atrair universidades para o território do município. Outra questão tem a ver com as zonas industriais, que permitem a criação de empresas...
A esse respeito, a oposição acusa a presidente de não ter garantido atempadamente terrenos que hoje pudessem constituir uma zona industrial atraente a investidores. Ana Ribeiro responde, afirmando que o PS esteve na Câmara até 1997, também o poderia ter feito e não o fez.
Eu não entendo quem se justifica por não fazer com o facto de outros também não terem feito. Não é essa a leitura que faço da gestão da coisa pública. O concelho de Salvaterra esteve isolado durante anos. Havia um grande constrangimento no acesso a Benavente com uma ponte estreita e sem condições, havia uma ponte a Este, em Santarém, também sem condições. De 1998 para cá temos uma nova ponte em Benavente, temos a ponte Salgueiro Maia, temos uma auto-estrada e um nó de acesso à mesma e agora temos a ponte da Lezíria. Ou seja, de 98 para cá é que foram os anos das oportunidades perdidas. A história dos últimos dez anos é isso que nos diz.
A oposição diz com frequência que as negociações nas quais entra a presidente da Câmara raramente chegam a bom termo.
É um facto, que também tem sido demonstrado pela história dos últimos dez anos. Recentemente parece que já houve a aquisição de um terreno para o jardim de infância do Granho, um negócio bem sucedido e que teve a participação directa da presidente, como ela gosta de referir. Ora, não me parece que seja preciso referir que a presidente da autarquia esteve envolvida nas negociações seja do que for. Essa é a sua obrigação. Também temos sido surpreendidos com tiradas fabulosas sobre o que é o trabalho da presidente, que trabalha de noite, trabalha até tarde e ao fim de semana. É o sinal que o projecto esgotou, já não há argumentos.
Que opinião tem da presidente Ana Cristina Ribeiro?
Tenho respeito institucional pela presidente da Câmara. Não a conheço, sinceramente não tenho interesse nenhum em conhecê-la, mantenho por ela um respeito institucional. Como presidente da Câmara, actua segundo um método com o qual não concordo e por isso é que sou opositor.
Como viu os acontecimentos que há pouco mais de um ano tiveram lugar em Salvaterra e que culminaram com a presidente, o vice-presidente e o presidente da Junta de Salvaterra constituídos arguidos?
Foi o resultado de um conjunto de denúncias vindas não se sabe de quem e trata-se de um caso que, segundo sei, não teve desenvolvimentos, pelo que me abstenho de comentar o caso nesse sentido.
Mas estranhou o que aconteceu?
Não, não estranhei absolutamente nada.
Não se revê naquelas opiniões que dizem que o que aconteceu em Salvaterra foi uma retaliação pelo que estava a acontecer na Câmara de Lisboa com origem em denúncias de Sá Fernandes?
Eu não tenho uma visão tão redutora do funcionamento do país nem dos órgãos de soberania. Estamos a falar de uma investigação que é conduzida de forma independente. Se algum dia eu acreditasse que tal era possível, então deixava de acreditar que vivo num Estado de Direito.
Esses acontecimentos vieram abalar a imagem da presidente junto da população?
Acabam sempre por abalar. É inevitável que isso aconteça. Tenho vivido esse drama também a nível familiar e não tenho dúvidas nenhumas que abala. Aquela imagem super-poderosa que a presidente ostentava veio por aí abaixo. É claro que podem não ser problemas que justifiquem a acção judicial, mas há problemas e as investigações da Polícia Judiciária são normais num Estado de Direito.
Mas é normal que venham as televisões e toda a comunicação social atrás?
É uma situação recorrente. Há colegas seus da comunicação social que nesta altura do ano passam dias inteiros no aeroporto à espera que cheguem jogadores de futebol. Também há os que passam os dias atentos ao que se passa no TIC e na Polícia Judiciária.
Nuno Cláudio
segunda-feira, junho 02, 2008
quinta-feira, maio 29, 2008
NAL - IMPACTOS
O Partido Socialista, tem o prazer de as (os) convidar para um Colóquio / Debate no dia 30 de Maio de 2008 pelas 21h no Auditório da Escola Profissional de Salvaterra de Magos, sobre o Novo Aeroporto de Lisboa – Impactos (Económicos, Urbanísticos, Agrícolas, Sociais e Culturais, no Concelho de Salvaterra de Magos e no Ribatejo).
Para nos ajudar na reflexão contamos com a presença de;
- Dionísio Mendes (Presidente da Câmara Municipal de Coruche)
- Francisco Madelino (Docente ISCTE, Presidente do IEFP)
- Vitor Barros (Presidente da Companhia das Lezírias)
- Paulo Cardoso (Presidente do Núcleo Sorraia - NERSANT)
Agradecemos desde já, a melhor atenção para esta importante reflexão para o desenvolvimento do nosso Concelho e Região.
Certos da presença, os melhores cumprimentos e cordiais saudações.
quarta-feira, maio 28, 2008
A SEMANA, À SEXTA
Tenho escrito sobre o Estádio Municipal a edificar em Marinhais, sem com isso lhe retirar a legitimidade que se lhe confere - ou não. Tenho também escrito sobre a possibilidade quase certa de se realizar um relvado sintético na Glória do Ribatejo sem que daí se possam extrair quaisquer tipos de invejas. O que faço, tão só, é reclamar para Salvaterra de Magos, vila sede de um Clube Desportivo quase centenário e onde centenas de crianças praticam desporto, uma infra-estrutura que dignifique a camisola azul e amarela. Tão só.
E eis senão quando aparece o Sr. Presidente da Junta de Marinhais, Vitorino Santos, com um discurso inflamatório e sectário, ressalvando a luta que segundo o próprio existe entre Salvaterra e Marinhais. Confesso que enquanto lia a entrevista ao Sr. Vitorino Santos no Jornal “Fundamental” passei rapidamente ao último parágrafo, ao parágrafo onde poderia estar a reivindicação “Marinhais a Concelho !”.
Mais do que uma baixa campanha que visa a conquista de votos por razões quase étnicas, trata-se nesta entrevista de uma “guerrilha” pessoal entre o Presidente da Junta de Marinhais e alguém em Salvaterra. Decididamente, esta não é a forma política de agir do Partido Socialista em Salvaterra de Magos, mas será concerteza ainda a configuração histórica de actuação de alguns ditos socialistas.
A toponímia é, nos dias que correm, uma necessidade. Parecendo impossível, existem ainda ruas, avenidas e becos sem número de polícia, sem nome. Na Junta de Salvaterra procedeu-se recentemente a uma atribuição quase generalizada de toponímia onde ela faltava. Tenho no entanto sido contactado por diversas pessoas no sentido de saber se o número de polícia que possuíam se mantém, e questionando também o que há a fazer para “legalizar” toda uma panóplia de documentos oficias e pessoais, alterando-lhe a morada. Estou neste momento a trabalhar numa solução para esta situação, que conto apresentar na próxima reunião de Junta.
Nelson Guerra
16.05.2008
terça-feira, maio 06, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
ups...ups...e mais ups...
MÊS DA ENGUIA
Todos temos consciência da crescente necessidade de desenvolver as economias locais de forma sustentada. Como tal, o turismo gastronómico é certamente um vector dinâmico. Como boas práticas, basta referir, por exemplo, o Festival Nacional de Gastronomia em Santarém, e o movimento anual de milhares de pessoas em Almeirim. Neste último caso, para que todo o país possa degustar a famosa Sopa da Pedra na sua terra de origem.
Se no conceito e no simples facto da sua realização, o Mês da Enguia é uma boa aposta, na programação está desequilibrado, e na promoção é uma grande desilusão:
a) É uma boa aposta no conceito e na sua realização, porque coloca o Concelho de Salvaterra de Magos na rota do turismo gastronómico, com os efeitos positivos que isso pode trazer ao desenvolvimento da economia local;
b) A programação é desequilibrada porque concentra na sua totalidade os iniciativas complementares ao Mês da Enguia na Freguesia de Salvaterra de Magos, quando devia ser muito mais desconcentrada pelas outras cinco Freguesias;
c) Na promoção é uma desilusão porque se limita a dúzia e meia de cartazes e de folhetos (que este ano saíram com informações incorrectas, nomeadamente nos horários, num claro sinal de copiar/colar sem correcção), espalhados pelo Concelho, e a uns poucos outdoor’s dentro do Concelho e fora deste (pelo menos um, junto às portagens de Alverca da A1 no sentido Sul-Norte).
Mais empenho e profissionalismo são exigidos.
Tenho ao longo dos anos, em nome do Partido Socialista, apresentado um conjunto de propostas que visaram sempre a aumento da qualidade da organização deste evento.
Este ano, mais uma vez, apresento um conjunto de propostas, que o PS a governar o Município de Salvaterra de Magos, certamente implementava… e implementará… de modo a gerar equidade e equilíbrio na participação das freguesias do Concelho.
Em primeiro lugar, tem de se apostar numa utilização das tecnologias de informação, potenciando até ao limite, a escala mundial de divulgação que tal tecnologia permite. Não é possível limitar tal utilização a um site de uma empresa privada, como aconteceu nos últimos anos.
Mas a estratégia de comunicação não pode ficar pela divulgação electrónica. O Concelho tem de se transformar durante o mês de Março. O clima festivo tem de imperar, a exemplo do que acontece nestes dias em Samora Correia e Benfica do Ribatejo. É impossível passar por estas duas localidades, servidas pela E.N. 118, tal como nós, sem perceber que irá decorrer um evento local.
Fundamental para o sucesso da iniciativa é a programação descentralizada de novas actividades complementares à Enguia.
Percebemos e compreendemos que se tente utilizar sinergias e salvar o Mês da Enguia à custa de actividades já consolidadas, tais como o Konta- Kilómetros, os 12 Kms de Salvaterra de Magos - Prova Prof. António Lopes, as exposições no Centro de Interpretação e Educação Ambiental, o Festival de Ranchos Folclóricos no Cais da Vala, este ano com a Taça do Ribatejo em Canoagem no Cais da Vala e a prova de BTT da Glória do Ribatejo.
Facilmente concluímos que o Município está refém e não constrói linhas de fuga. Ou seja, grande percentagem das actividades continuam a ser realizadas na Freguesia Sede do Concelho, e ponto final. Como entidade organizadora, não pode promover tal desequilíbrio.
Descentralizar é vital para fazer vingar o Mês da Enguia como uma festa concelhia e não como mais uma festa da freguesia, como já o são as Festas do Foral e até a Equimagos.
É preciso mobilizar as associações / colectividades de todas as freguesias, e fomentar a realização de torneios internacionais de Futsal e Andebol nas freguesias de Marinhais e Glória do Ribatejo, assim como organizar um grande evento em volta da agricultura na freguesia de Muge.
A intenção do PS, passa pela organização anual um Congresso sobre a Agricultura, convidando todos os agricultores do Ribatejo a reflectirem sobre o futuro do sector primário na região, mais concretamente sobre as diversas fileiras da nossa região.
Esta será sempre a forma mais simples de diversificar as iniciativas, descentralizando-as por todas as freguesias, contribuindo para a coesão municipal.
E porque não associar ao Mês da Enguia o Arroz Carolino, afinal de contas o melhor arroz carolino produzido no mundo tem a marca em Salvaterra de Magos, será difícil fazer convergir o melhor que temos no Concelho?
É preciso um rumo, É preciso saber o que se quer. Nós sabemos o que queremos e como fazer. Que diferença?...Está à vista…
Continuamos a ter é um Rumo para o Concelho de Salvaterra de Magos.
Salvaterra de Magos, 25 de Abril de 2008
Nuno Mário Antão
Deputado AR
Vereador CMSM
segunda-feira, abril 28, 2008
segunda-feira, abril 21, 2008
A SEMANA, À SEXTA.
Comecemos pelos meses que antecederam a derrota eleitoral autárquica do PS em Salvaterra de Magos. Existem, quanto a esta matéria, alguns tabús que permanecem na esconsa memória de alguns camaradas. Não houvesse a moralidade de outros, e ainda hoje estaríamos, quiçá, a questionar-nos sobre tamanha derrota (sim, é disso que se trata).
Acredito contudo que o PS foi vencido também, e em grande, parte pelo cansaço de poder. A madorna apoderou-se do Partido como um sono inadiavel que urge consumar. Sempre os mesmos camaradas, sempre os mesmos adversários políticos, sempre o mesmo “quadro de miséria política”, fizeram com que o PS caí-se na pior armadilha do poder autárquico – a ostentação – que normalmente custa votos e muitas vezes o poder. E custou. Custou tanto a alguns como aos outros, mas como sempre foram os outros que, sem tempo para pensar, trataram de pôr mãos à obra e pés ao caminho.
Esse caminho de que, posso escrevê-lo, também faço parte. Mas o caminho, o novo caminho, começou tão só aí.
Por isso fadiga ouvir dizer que o PS esteve tantos anos aqui ou ali e que tudo ficou na mesma – essa grande mentira – e por tal “deixem-se estar mas é sossegados”. NÃO. O nosso caminho contempla o futuro, as ideias, a Europa e abomina a maledicência e o ódio, os revanchismos e a política da terra queimada.
É tempo da população do nosso Concelho olhar e ver. Estamos aqui, somos Socialistas como a esmagadora maioria deste Concelho – facto documentado pelas votações ao longo dos anos – e dizemos presente aos anseios e necessidades da nossa população. E dizemos também não à madorna que está instalada actualmente e que tantos nos tolheu o espírito no passado recente.A política é feita de ciclos.
Sinto que o nosso está a chegar.
Nelson Guerra
quarta-feira, abril 16, 2008
De quinze em quinze dias...
Milhares de empresas usavam esta forma de pagamento, ajudas de custo ou outras, como parcela para complementar baixos e altos salários, não as considerando como despesas com remunerações de trabalho, logo, sem as declarar ao fisco.
Esta introdução, serviu para pegar nas ajudas de custo e nas outras remunerações acessórias. Certo é, que dão pano para mangas. Não só na elaboração dos orçamentos, mas também durante a respectiva execução.
Lembro o leitor, que o Governo, na sequência do disposto no n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 41/2008, cativou recentemente mais verbas, com o objectivo de promover a contenção.
Quero eu dizer, que os “levantes” sobre as Ajudas de Custo, das Despesas de Representação, das despesas em Deslocações e Estadas, assim como das despesas em Combustíveis e Lubrificantes, podem ou não ser justos.
Quando se trabalha com orçamentos e dinheiros públicos, o mínimo que se deve exigir é rigor, transparência, responsabilidade e bom senso. E recordar o que se disse à população nas campanhas…
Tenho presente, que as despesas só se devem perspectivar e cabimentar, quando justificadas com um objectivo de interesse público e com uma agenda de trabalho associada, de preferência com relatório de resultados.
Bom Senso!
Permitam-me, não sei se a ironia: qualquer dia temos alguns Presidentes de Junta a apresentar documentos de quitação relativos a prestação de serviços relacionados com motorista particular.
Saudações,
Marco Cristóvão
segunda-feira, abril 14, 2008
Perdemos mais um amigo
sábado, abril 12, 2008
A Semana, À Sexta.
E se a estrada não está em boas condições, que dizer da ponte. É um mau cartão de visita. As condições actuais da Ponte D. Amélia devem-se em muito a veículos que não podendo ali transitar, o fazem sem qualquer problema. Penso que não basta reparar a Ponte, temos também de zelar pelo cumprimento das regras ali definidas.
Como escrevi há algumas semanas atrás, o Mercado Diário em Salvaterra de Magos não está de boa saúde. Fiz ali um estudo com a duração de quinze dias e os resultados são os esperados. A taxa de ocupação é desastrosa , os escalões etários dos comerciantes ali presentes não nos dão grandes esperanças em termos de futuro e o funcionamento, segundo quem lá trabalha, é deficiente e está mal aplicado. Deixarei aqui os resultados na próxima semana, uma vez que quero, em primeira mão, apresentá-los a quem de direito.
O Nilton, aquele rapaz de óculos azuis que é tido como um dos grandes comediantes da actualidade em Portugal, deu uma pequena entrevista ao jornal “O Mirante”, não se coibindo de atacar a tauromaquia e quem é aficcionado, dizendo coisas que são já banais para quem acompanha esta luta pelos direitos dos animais. Mas o Nilton, “a páginas tantas”, foi mais longe e diz que já viu largadas e encierros, mas que não achou grande jeito a Pamplona, já que só morreram dois homens. Ó Sr. Nilton, se o Sr. não fosse cómico, eu até pensava que estava a falar a sério.
PS : Não consta que a pessoa em questão tenha dito alguma coisa acerca da invasão de campos de milho para destruição dos mesmos por um movimento pró ambiente e anti-touradas, com prejuízos avultados para o proprietário.
Nelson Guerra
quarta-feira, abril 09, 2008
sexta-feira, abril 04, 2008
A SEMANA POLÍTICA, À SEXTA
José Gameiro, eterno investigador e grande conhecedor da história de Salvaterra de Magos, possui um espólio admirável e a ele recorrem, diariamente, alunos das diversas escolas do concelho em busca de informação. Pode faltar-lhe rigor no registo das fontes que utiliza, pode até em determinados momentos cair em lutas estéreis quando se vê atormentado na sua honra, mas alguém com tamanho historial deve ser apoiado directamente para que tudo o que possui não se dissipe num baú. É tempo da cultura dar “a César o que é de César” e apoiar a edição da história de Salvaterra por José Gameiro. “É a Cultura...”
Há poucos dias apareceram na entrada dos Centros de Saúde de Muge e do Granho, comunicados não identificados anunciando o potencial fecho do serviço por falta de médico. O PS está a tentar obter informação fidedigna sobre este caso através da Secretaria de Estado da tutela, e mostra-se surpreendido pela inoperância política de quem está no poder para devolver a tranquilidade aos utentes. Mas esta situação de dúvida interessa a alguém?
Parabéns ao Clube Náutico de Salvaterra de Magos pela medalha de ouro na Taça de Portugal de Tripulações em Canoagem (canoas com mais de dois lugares), neste caso em K4. O trabalho recompensa.
Parabéns também ao Clube de Andebol de Salvaterra, que coloca equipas em disputa directa com os ditos grandes. É de reconhecer.
Para a semana, esperamos mais novidades. Reunião da Junta de Salvaterra na segunda às 14h e reunião da Concelhia PS Salvaterra de Magos à noite. Começamos a semana “em beleza “
Nelson Guerra
terça-feira, abril 01, 2008
A SEMANA POLÍTICA, À SEXTA
A Junta de Freguesia de Glória do Ribatejo, liderada pelo João Oliveira “Benavente”, funciona de forma também “multicolor”, embora faça o seu trabalho e saiba responder aquilo que são as pretensões da população, emanadas num manifesto autárquico que é para cumprir.
Não digo, nem podia fazê-lo, que nestes dois exemplos tudo corra bem. O que digo, sem quaisquer tipo de dúvidas, é que o serviço público político a que se propõem os responsáveis destas freguesias não contempla o ataque pessoal a todo o custo.
Duma análise que fiz às Actas das reuniões da Junta de Freguesia de Salvaterra de Magos, na qual exerço as funções de Tesoureiro (Presidente, João Nunes, do Bloco de Esquerda e Secretária, Jesus Carreira, do PSD), reparei que as intervenções com mais de dois minutos se centraram quase na sua totalidade em ataques pessoais, conversas paralelas e assuntos que de interesse para a Freguesia e seus habitantes não têm nada.
É já dito, de forma até recalcada, que as Freguesia são o parente mais próximo das populações e dos seus problemas. Em Salvaterra, a Freguesia passa muito tempo a olhar para o seu umbigo e seus problemas pessoais, e esquece-se um pouco do que é importante : as pessoas.
Não compreendo o porquê de tanto revanchismo e de tanto ódio. Se o percebesse, seria porventura mau sinal.
É que eu, e o PS, não pertencemos a este filme.
Nelson Guerra
segunda-feira, março 31, 2008
Os Centros Escolares
Como estudamos e fazemos uso do Benchmarking, e apreciamos as boas práticas, ficamos convencidos pelo modelo apresentado pelo Concelho de Paredes de Coura (http://www.centroescolar.min-edu.pt/np4/13), onde autarcas com visão de futuro, sem que nada lhes tivesse sido imposto, entenderam que o melhor que podiam fazer pelas suas crianças era garantir mais qualidade, quer do ponto de vista pedagógico, quer ao nível das infra-estruturas (melhores salas, cantina, polidesportivos cobertos, biblioteca e salas de informática, por exemplo).
Esse era o ponto de partida da nossa proposta. Lembro-me muito bem do que disseram os outros candidatos, incluindo a Presidente de Câmara.
Como não temos uma visão redutora das políticas públicas, ouvimos, estudamos, reflectimos e evoluímos. O melhor para o Concelho de Salvaterra de Magos seria não um Centro Escolar, mas sim dois Centros Escolares, um na Freguesia de Salvaterra de Magos (que abrangia Foros de Salvaterra e Salvaterra de Magos), e outro na Freguesia de Marinhais (que inclui as Freguesias de Glória do Ribatejo, Granho, Marinhais e Muge).
Esta foi, e é, no nosso entender, a melhor proposta. Garante eficiência, equidade e qualidade, numa gestão realista dos recursos humanos e financeiros.
Não era este o caminho proposto pela então, e actual maioria. O que propunham era mais do mesmo. Obras pequenas, pequenos arranjos, enfim, um conjunto de medidas avulsas sem rumo algum… o que pelo menos confere a este executivo em geral, e à Presidente de Câmara em particular, um registo de coerência. Mais, não têm rumo nesta matéria, nem em nenhuma outra. É navegação à vista e nada mais.
Evoluíram! Menos mau. Já defendem os Centros Escolares. Três: Foros de Salvaterra, Marinhais e Salvaterra de Magos.
Levantam-se pois várias questões para as quais ainda não obtivemos uma resposta clara. Qual é a prioridade de construção? O que irá ser feito para minimizar os desequilíbrios que irão ser gerados nas restantes três freguesias, Glória do Ribatejo, Granho e Muge? Qual a forma de financiamento dos três projectos?
Mantendo como boa, realista e geradora de igualdade de tratamento a nossa proposta, estamos certos que conseguiríamos executar ambas as obras em simultâneo.
Contudo, não deixamos de reflectir sobre as propostas da maioria do Bloco de Esquerda:
- Não vislumbrando capacidade para avançar em simultâneo com os três Centros, consideramos prioritário o Centro Escolar dos Foros de Salvaterra, que é manifestamente a Freguesia com mais deficiências nesta área, depois o Centro Escolar de Marinhais (alargando a sua abrangência às Freguesias de Muge, Glória do Ribatejo e Granho), e finalmente o de Salvaterra de Magos. Julgamos que assim, se garantia o equilíbrio municipal sobre uma oferta de qualidade na área da educação.
- Sobre o financiamento, como é óbvio, entendemos que o Quadro de Referencia Estratégia Nacional é uma fonte, mas não pode ser a fonte para todas as curas. Como já o dissemos, na discussão do Orçamento Municipal para 2008, o que não faríamos era lamentarmo-nos das poucas verbas inscritas na 1.ª fase do Programa Operacional Regional Alentejo do QREN, e depois apregoar o seguinte:
“Investimento de 1 milhão e 700 mil euros representa uma forte aposta na melhoria das condições da prática desportiva no Concelho de Salvaterra de Magos."
(http://www.cm-salvaterrademagos.pt/salvaterra/NoticiasEventos/Noticias/CompDespMarinhais.htm)
Não é possível ter como prioridade um empréstimo de mais de um milhão de euros, e depois andar a lamentar-se das poucas verbas da primeira fase de candidaturas ao QREN.
É preciso um rumo. É preciso saber o que se quer. Nós sabemos o que queremos e como fazer. Que diferença?… Está à vista…
Continuamos a ter é um Rumo para o Concelho de Salvaterra de Magos.
Salvaterra de Magos, 27 de Março de 2008
Nuno Mário Antão
Deputado AR
Vereador CMSM
sexta-feira, março 28, 2008
De quinze em quinze dias…
E num dos documentos do Governo, podemos ler que para 2008 está prevista uma transferência para a Câmara de Salvaterra de Magos no valor de 5.529.422,00 €, mais 5% do que os 5.266.116,00 € de 2007, e mais 7,4% do que os 5.146.732,00 € de 2006. Como alguém disse no passado, este valor a transferir pelo Governo, face ao Orçamento Total da Câmara, é de… é só fazer as contas…
Este aumento de 7,4%, significa que o actual Governo do Partido Socialista tem um rumo e objectivos claros. A descentralização e a transferência de competências está em marcha, e os proveitos estão mais perto de nós, logo, têm de ser exigidos com mais veemência pelos munícipes aos municípios.
Com o esforço de todos os portugueses, a economia fragilizada herdada do passado está a ser consolidada. E o esforço deu frutos. Os números dos vários organismos oficiais não enganam. Não é demagogia. O défice para 2007 chegou aos 2,6% (o mais baixo dos últimos 30 anos), e permitiu uma merecida redução no IVA de 1%. E para os economistas que dizem que a redução de 1% não tem significado, digam por favor o que diriam se fosse efectuado um aumento de 1%.
Voltando ao Concelho de Salvaterra de Magos, e caso não fossem tão banalizados os votos de louvor nesta ilha… era menino para propor um voto de louvor ao Governo pelas reformas corajosas que implementou. E já agora, um voto de não louvor ao Executivo da Câmara de Salvaterra de Magos, que não quer ou não sabe dar passos corajosos, mas que quer e pensa que sabe que tem na mão o conformismo de grande parte da população do Concelho.
1.º Pensamento do dia: Será que a população do Concelho de Salvaterra vai continuar satisfeita com alcatroamento da rua x e y, com o pavilhão desportivo z, e com um telefonema a dizer que o projecto foi aprovado porque eu... e outra parte a sonhar com um estágio ou um emprego na Câmara?
Saudações,
Marco Cristóvão
terça-feira, março 25, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
A SEMANA POLÍTICA, À SEXTA
E depois há aquela situação com o 1º Relvado do concelho, que se encontra ainda por explicar. O que se passa, afinal?
Através de uma gentileza de um doutor amigo, tive acesso a uma cópia da Revista “Vida Ribatejana”, edição de 1950. Escrevia-se à era: “O Clube Desportivo, que se debate com bastantes dificuldades quanto ao seu campo atlético (ndr de jogos) …” Impressionante como uma notícia de 1950 se mantém actual.
Boas notícias: A aprovação, no dia 17 de Março de 2008, em sessão de Câmara (CMSM), do parecer económico-ambiental (não é a esta a sua exacta designação) sobre a localização do novo Aeroporto de Lisboa, ainda que o mesmo tenha sido confirmado em cima do prazo limite, mais concretamente no último dia.
A reunião do PS Salvaterra de Magos, no mesmo dia 17 de Março, em que num primeiro e já bastante produtivo acto da análise dos “1000 Dias” de Ana Cristina Ribeiro à frente da CMSM, se disseram coisas importantes e úteis.
Más notícias: Depois de investidos milhares de Euros no picadeiro edificado junto ao Cais da Vala Real, é triste olhar e ver o estado de perfeito abandono a que chegou esta obra tão recente.
Mais à frente, falando de abandono, a Praia Doce vai passar mais um Verão sem ser devolvida aos Salvaterrenses, depois de obras de requalificação de grande importância e já totalmente inutilizadas. É triste olhar e ver.
O Porto Sabugueiro, última paragem concelhia na requalificação da zona ribeirinha, continua à espera de melhores dias. E os proprietários começam a desesperar e, quiçá, endurecer opiniões. Foi o que me pareceu.
E assim vamos andando.
Nelson Guerra
quarta-feira, março 19, 2008
Rock in Rio Escola Solar
segunda-feira, março 17, 2008
De quinze em quinze dias…
Pois é. Diz o Governo que esta é uma nova oportunidade. Um poderoso instrumento para a modernização da economia e da sociedade portuguesa, a que estão associados quatro grandes palavrões: Concentração, Selectividade, Qualificações e Competitividade. Quatro palavrões considerados fundamentais para o desenvolvimento do país.
Ao ler os palavrões, comentei logo com uns amigos que, a nossa Câmara vai sacar os dinheirinhos todos do QREN pá! É ver para crer! Porquê? Porque são quatro palavrões que se encaixam que nem ginjas na filosofia do actual Executivo Camarário em Salvaterra de Magos.
Tive que ler o documento do Governo com mais calma, pois achei fruta a mais nesta estranha coincidência. E de facto, constatei que para o Governo, a Concentração é para posicionar uma melhor escolha nos investimentos e eliminar a burocracia, a Selectividade é para os investimentos com efeito multiplicador e com sustentabilidade, as Qualificações são para os recursos humanos e para os colocar no local certo, e a Competitividade para nos colocar numa situação mais vantajosa.
Rapidamente, concluí, que afinal, o Executivo Camarário em Salvaterra de Magos, não ia sacar massa coisa nenhuma ao QREN. É que para o Executivo, a Concentração é para manter o poder, a Selectividade é para manter o poder, as Qualificações são uma ameaça ao poder e a Competitividade é um conceito capitalista que atrai ameaças ao poder.
Lá se vai mais uma oportunidade para a nossa ilha…
Saudações,
Marco Cristóvão
sábado, março 15, 2008
A SEMANA POLÍTICA, À SEXTA.
Em Salvaterra, de registar o súbito aparecimento de um novo jornal, “ Fundamental ” de seu nome. Este novo veículo de informação teve uma edição bomba, esta semana. “Nunes Ilibado” e outras notícias que retratam a nossa política actual local, como os desaparecimentos políticos de personagens do sexo feminino. Por um lado, diz o jornal, a Secretária da Junta de Freguesia de Salvaterra de Magos “desapareceu” desde que se soube da decisão jurídica acerca do pequeno “gasóleogate”. Por outro lado, o “desaparecimento” da Presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, que falha consecutivamente reuniões de Câmara e até já pouco aparece em actos públicos. Na minha opinião, penso que o jornal deveria dar a hipótese de contraditório às senhoras em questão. Se as conseguir encontrar, claro.
Também em Salvaterra, motivos de preocupação para a restauração. O Mês da Enguia 2008 está, segundo vários empresários do ramo, a ser o mais fraco de sempre. A isso não serão alheias as falhas na organização e na publicidade. É que não basta por uns cartazes por aí, é necessário marcar presença nos meios de comunicação, relembrando que este é o mês da Enguia em Salvaterra de Magos. É ainda tempo de se pôr mãos à obra e arrepiar caminho. Salvaterra agradece.
O Mercado Diário está a morrer. É esta a opinião dos comerciantes que estão estabelecidos no Mercado Municipal de Salvaterra de Magos e que contam os tostões para conseguir fazer face à fraca afluência de clientes. As regras, definidas à priori, são consecutivamente contornadas e bancas já há bem poucas. O PS está a preparar um projecto para o local e assim contribuir para salvar a situação, que para alguns comerciantes é já dramática.
Passados dez anos de governação “Ana Cristina Ribeiro”, o PS pesa os prós e os contras das suas políticas. Mas isso virá nas crónica da próxima semana.
Saudações, Nelson Guerra
segunda-feira, março 03, 2008
FDS PS - Plenário de Militantes
terça-feira, fevereiro 19, 2008
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
PS FDS
Terça-Feira dia 19 de Fevereiro às 21h30m na Sede da Federação Distrital de Santarém do PS
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Notícias - Visita de Deputados ao Concelho
Socialistas dizem que falta estratégia de desenvolvimento a Salvaterra de Magos
SECÇÃO: Sociedade
28 Janeiro 2008
Nacional
Salvaterra de Magos/Aeroporto: Deputados socialistas querem "plano de requalificação" de desempregados e mão-de-obra
À tarde os deputados deslocam-se a duas empresas que consideram "dois bons exemplos" - a Portuleiter, Produtos Metálicos, líder europeu no fabrico de escadotes, e a associação de produtores de arroz Orivárzea.
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Debate - Lei Eleitoral
Convite
O Partido Socialista, Concelhia de Salvaterra de Magos, organiza no dia 31 de Janeiro de 2008, na Casa do Povo de Glória do Ribatejo, um debate público sobre as recentes alterações à Lei Eleitoral dos órgãos das Autarquias Locais (Lei Orgânica n.º 1/2001).
O debate contará com a presença dos Deputados, Luis Pita Ameixa (Coordenador do Grupo Parlamentar na área das Autarquias Locais) e Nelson Baltazar (Coordenador dos Deputados eleitos por Santarém).
O objectivo do Partido Socialista, passa pelo esclarecimento sobre as alterações previstas no modelo de eleição e gestão dos municípios.
Novas regras levam a novos desafios. E mais uma vez, o Partido Socialista está presente e disponível para o debate com todos.
Deixamos o convite, na certeza que a sua presença será fundamental para o objectivo pretendido.
Mês da Enguia 2008

O Site da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, remete mais informações para o Site do Mês da Enguia.
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Actividade Parlamentar - Visita ao Concelho
28 de Janeiro de 2008
10.30h – Audiência com Director do Centro de Emprego de Salvaterra de Magos (que engloba também os Concelhos de Benavente, Coruche)
11.30h – Audiência com Câmara Municipal de Salvaterra de Magos
13.00h – Almoço – Escola Profissional de Salvaterra de Magos
15.00h – Visita - PORTULEITER Produtos Metálicos S.A. (Fábricas de Muge e Salvaterra de Magos)
17.00h – Visita - ORIVÁRZEA S.A.
18.30h – Conferência de Imprensa na Sede do PS Salvaterra de Magos
Ponto de Encontro às 10h na Cabana do Parodiantes
quarta-feira, janeiro 23, 2008
sexta-feira, janeiro 11, 2008
A verdade demora...mas...
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Mais Oportunidades para o Concelho de Salvaterra de Magos…
O Governo da República Portuguesa, pela voz do Primeiro Ministro José Sócrates, anunciou hoje a aprovação das conclusões do estudo comparativo elaborado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), onde o Campo de Tiro de Alcochete no Concelho de Benavente é do ponto de vista técnico e financeiro, a opção mais favorável para a construção do novo Aeroporto Internacional de Lisboa.
A decisão de aprovar previamente e preliminarmente a localização do novo aeroporto, abre um conjunto de oportunidades para o Vale do Sorraia, fundamentais para o desenvolvimento económico e social de diversos Concelhos em geral e em particular do Concelho de Salvaterra de Magos.
Avaliando o impacto, que desejamos positivo, o Partido Socialista de Salvaterra de Magos, espera que finalmente a Câmara Municipal e a sua maioria encarem esta decisão como a abertura de um conjunto de novas oportunidades para o desenvolvimento económico e social do Concelho, não deixando desde já, com a revisão do Plano Director Municipal, de ter em conta o novo cenário de potencial desenvolvimento.
Ao longo dos últimos dez anos, o concelho de Salvaterra de Magos já perdeu diversas oportunidades de desenvolvimento ancoradas em grandes obras públicas, onde destacamos a construção da A13, do Nó dos Foros de Salvaterra e da Ponte da Lezíria. Nos investimentos referidos, nada foi planeado nem projectado no sentido de os transformar em mais valias para a população do Concelho de Salvaterra de Magos. Quem sofre os custos de oportunidade resultado da apatia do executivo são os munícipes, essencialmente com a falta de empregos. Esperamos pois, que não seja desperdiçada esta nova oportunidade que nos é proporcionada pela decisão, ainda que prévia e preliminar, do Governo de Portugal.
Salvaterra de Magos, 10 de Janeiro de 2008
Partido Socialista – Salvaterra de Magos
terça-feira, janeiro 08, 2008
sexta-feira, dezembro 28, 2007
Assembleia Municipal
Centro de Interpretação e Educação Ambiental do Cais da Vala
28 de Dezembro de 2007 - 21h
Ordem de Trabalhos:
1. Apreciação da informação escrita da Senhora Presidente da Câmara Municipal acerca da actividade do Município, bem como da situação financeira do mesmo
2. Lançamento da Derrama para o Ano 2008
3. Participação Variável no IRS sobre os rendimentos de 2008
4. Proc. 3/07 - CP - Concurso Público para Aquisição de Serviços para a Realização de Actividades de Enriquecimento Curricular - Repartição de Encargos
5. 14.ª Alteração ao Orçamento (Transferência da Verba da receita no montante de 1.610,00€ de IMV para nova rubrica Outros/IUC)
6. Orçamento e Grandes Opções do Plano (PPI + AMR) para 2008
domingo, dezembro 23, 2007
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Sessão de Câmara - 21 Dezembro
1. Protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e o Clube Desportivo Salvaterrense, sobre Transportes Escolares.
2. Protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e o Sport Clube Desportos da Glória do Ribatejo, sobre Transportes Escolares.
3. Protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e o Grupo Desportivo de Marinhais, sobre Transportes Escolares.
4. Participação variável no IRS sobre os rendimentos de 2008
5. Lançamento da Derrama para 2008
6. Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2008
terça-feira, dezembro 18, 2007
domingo, dezembro 09, 2007
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Declaração para memória futura...
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Prevenção Rodoviária - Proposta PS
Os acidentes e a sinistralidade rodoviária continuam a representar um gravíssimo problema no nosso país.
As notícias chocantes, as estatísticas e a dor que, directa ou indirectamente, se partilha com um amigo ou um familiar sinistrado demonstram bem a crueldade de uma realidade que nunca poderá ser ignorada ou desvalorizada.
O esforço colectivo de promoção cívica da prevenção e segurança rodoviárias deve ser permanente e generalizado.
A boa condução, a adequada sinalização, a qualidade das rodovias, a protecção da circulação dos peões integram uma dimensão própria e relevante na segurança dos munícipes.
As políticas nacionais de prevenção e segurança rodoviárias podem e devem ser complementadas por políticas locais seguidas ao nível dos municípios.
O Vereador do Partido Socialista recomenda as seguintes medidas à Câmara Municipal de Salvaterra de Magos:
1. Concretização anual de um Programa Municipal de Prevenção e Segurança Rodoviária, envolvendo todas as forças de segurança e a Comissão Municipal de Segurança.
2. Elaboração e divulgação semestral de relatórios visando os pontos críticos nas estradas municipais, em coordenação com as juntas de freguesia.
3. Aposta reforçada nas campanhas de sensibilização junto das escolas e das instituições sociais do concelho, promovendo parcerias com associações nacionais de promoção de prevenção rodoviária, com escolas de condução do concelho e com outros parceiros privados.
4. Criação de linha telefónica de atendimento ao munícipe para a segurança rodoviária.
5. Reforço imediato de sinalização e iluminação de todas as passadeiras, com prioridade para as principais artérias do município.
6. Alargamento dos passeios e do espaço de circulação pedestre como critério no planeamento urbanístico municipal.
7. Preparação e divulgação de estudo sobre boas práticas nacionais e europeias de políticas locais de prevenção e segurança rodoviária.
Salvaterra de Magos, 5 de Dezembro de 2007
O Vereador do Partido Socialista,
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Grandes Opções do Plano do ano 2007 - CMSM
1. Aquisição de terreno p/ Instalações Escolares
2. Construção do Centro Escolar de Salvaterra de Magos
3. Construção do Centro Escolar de Foros de Salvaterra
4. Construção do Centro Escolar de Marinhais
5. Construção do Jardim de Infância do Granho
Questões:
1. Em que freguesia foi adquirido o terreno?
2. Alguém deu pelo início das obras?
Protecção do Ambiente
segunda-feira, dezembro 03, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
Assembleia Municipal - 29 Novembro
Um motivo de grande preocupação (outro)
Um dos prejudicados teve a sorte de ser ajudado por colegas e vizinhos
Moradores afectados por tornado não tiveram apoio material da Câmara de Salvaterra
Alguns moradores de Foros de Salvaterra afectados pelo tornado que assolou a freguesia há dois meses ainda não receberam qualquer ajuda da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. Isto apesar de, no calor do momento, a presidente da câmara, Ana Cristina Ribeiro (BE), ter-se mostrado preocupada com o facto de muitos dos afectados terem carências económicas e problemas sociais. Na altura a autarca garantiu que tinha trabalhadores na câmara a ajudar os afectados com mão-de-obra e materiais.
Um dos mais afectados foi Pedro Pinto, que teve um prejuízo de cerca de 12 mil euros. O morador, que viu destruída a sua estufa onde produzia alfaces que vendia aos supermercados para reforçar o magro orçamento familiar, ainda anda a recuperar a habitação que ficou com janelas partidas, portas arrancadas e telhados destruídos. Valeu-lhe a ajuda monetária dos colegas de trabalho, do patrão e vizinhos, sem a qual não conseguia reparar os estragos. Os colegas de trabalho fizeram um peditório que rendeu 1.700 euros. Verba que foi usada para comprar telhas novas e pagar uma parte das janelas da fachada da habitação que ficaram destruídas com a força do vento.
Pedro Pinto teve também a ajuda de um carpinteiro da localidade que ofereceu duas portas interiores para substituir as que ficaram danificadas. E explica que o seguro pagou 40 por cento dos estragos. Quanto à estufa, o morador estima o prejuízo em cerca de 30 mil euros e diz que não tem condições para a recuperar. Na empresa onde trabalha ganha cerca de 800 euros, a mulher aufere cerca de 400 euros como cabeleireira. O casal tem a seu cargo dois filhos e os pais de Pedro.
O MIRANTE questionou a Câmara de Salvaterra de Magos, via e-mail, há uma semana, para tentar saber que apoios foram dados aos moradores, mas até ao fecho desta edição não foi dada qualquer resposta. Recorde-se que o tornado atingiu 40 casas da freguesia na manhã de 30 de Setembro passado. Os populares descreveram o que se passou na altura como um momento de terror que durou quatro minutos. Caíram postes de electricidade e de telefones e a população ficou privada de energia eléctrica e comunicações durante algum tempo.
O Mirante 29 de Novembro de 2007
segunda-feira, novembro 26, 2007
terça-feira, novembro 20, 2007
terça-feira, novembro 13, 2007
segunda-feira, novembro 05, 2007
domingo, novembro 04, 2007
terça-feira, outubro 16, 2007
segunda-feira, outubro 15, 2007
Ainda o Vinho



































