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segunda-feira, setembro 29, 2008

Muge - Museu de Alfaias Agrícolas

Descubra as diferenças

O que foi dito em 2001 e como estava em 2005...aqui

E em 2008....




Sessão de Câmara - 01 Outubro




domingo, setembro 28, 2008

segunda-feira, setembro 22, 2008

segunda-feira, setembro 15, 2008

Ano Escolar 2008/2009

Ano Escolar 2008/2009
Educação Ambiental – Rumo a um Desenvolvimento Sustentável

O Partido Socialista - Concelhia de Salvaterra de Magos, no inicio de mais um ano lectivo, vem desta forma desejar muitas felicidades e um bom ano de trabalho a alunos, pais, docentes e auxiliares, na certeza que, em conjunto, os objectivos finais serão mais facilmente alcançados.

A consolidação do conceito da Escola a Tempo Inteiro, leva-nos a procurar mais e melhores objectivos, no sentido de aumentar a qualificação dos nossos jovens.

O PS Salvaterra de Magos entende que é possível ir mais longe. Assim, será apresentada uma proposta, na próxima reunião do Município, para que se realizem Acções de Formação nos Jardins de Infância, Creches e Escolas do 1º Ciclo do Concelho de Salvaterra de Magos, no âmbito da temática - Educação Ambiental – Rumo a um Desenvolvimento Sustentável.

As Acções de Formação visam atingir os seguintes objectivos:

- Demonstrar todos os processos de recolha e tratamento dos resíduos realizados na RESIURB e Resitejo;
- Demonstrar o caminho percorrido pelos resíduos indiferenciados desde as nossas casas até ao aterro sanitário da Raposa;
- Demonstrar o caminho percorrido pelos resíduos resultantes da recolha selectiva, desde os Ecopontos até à Estação de Triagem na Chamusca;
- Sensibilizar as crianças para o tempo de biodegradação dos resíduos e sua correcta separação;
- Fomentar as práticas de redução, reutilização e reciclagem.

Para a realização destas Acções de Formação, o Partido Socialista propõe ainda a celebração de protocolos entre a Câmara Municipal, os Agrupamentos Escolares do Concelho de Salvaterra de Magos, a RESIURB (Associação de Municípios para o Tratamento de Resíduos Sólidos) e a Resitejo (Associação de Gestão e Tratamento dos Lixos do Médio Tejo), de forma a elaborar os conteúdos das acções de formação e calendários de execução das formações.

O Partido Socialista espera que a maioria bloquista aceite esta proposta, que visa complementar a actividade curricular e enriquecer as praticas de cidadania das gerações de amanhã.

Como o caminho faz-se caminhando…

Este será mais um passo rumo a um Desenvolvimento Sustentável no pleno equilíbrio entre a evolução das sociedades e o seu meio ambiente.


Salvaterra de Magos, 15 de Setembro de 2008
Partido Socialista – Concelhia de Salvaterra de Magos

Sessão de Câmara - 17 Setembro


Iniciativa PS


sexta-feira, setembro 12, 2008

sábado, agosto 09, 2008

Incoerências...

A Presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, tem por várias vezes (demais até) referido que o Município vai substituir a Administração Central no investimento no sintético do campo de futebol do Sport Clube Desportos da Glória do Ribatejo, aumentando a comparticipação de 74.725 euros para 174.725 euros.

O Presidente da Junta de Freguesia de Marinhais, refere sempre que tem oportunidade que o Governo não dá nada com o Programa Pares, uma vez que, segundo ele, as verbas vem do dinheiro das pessoas que investem (e muito) no Euromilhões.

A grande bandeira do mandato 2005/2009 da maioria bloquista é um investimento de 1.700.000 euros, num campo de futebol em Marinhais, sem qualquer tipo de comparticipação (nacional ou comunitária).

É bom que se perceba, que a grande fatia das receitas geridas pela administração central e local, são geradas pelos impostos pagos pelas pessoas.

Como é possível o Município de Salvaterra de Magos, lamentar-se sobre o aumento de comparticipação num projecto de investimento numa freguesia é depois investir 10 vezes mais (em projecto semelhante) na freguesia vizinha?

Dez vezes mais, dava para dotar todas as freguesias de condições semelhantes, e a isso chama-se tratamento igual e fomento de coesão social.

Esse é o caminho que defendo para o Concelho de Salvaterra de Magos, a actual maioria escolheu outro.

Nuno Mário Antão
Vereador PS CMSM
Deputado GPPS / AR

quinta-feira, julho 31, 2008

Foros de Salvaterra

Mais um exemplo:

SIC - Jornal da Tarde - 30 Julho


Confirma-se mais uma vez, que a Câmara Municipal deixou de ser parte da solução. Esta sempre do lado do problema, perdeu de vez a capacidade de resolver os problemas das pessoas.

quarta-feira, julho 30, 2008

"made in" Portugal




Muito em breve, mais informações

quarta-feira, julho 16, 2008

Tecnologias de Informação


O Munícipio de Salvaterra de Magos, ainda está a anos luz da utilização de todas as potencialidades das Tecnologias de Informação, a dificuldade de hoje é o envio de mensagens electrónicas. A resposta era constantemente "[...] over quota [...]".
Como é isto possivel?

terça-feira, julho 15, 2008

quinta-feira, julho 10, 2008

Rua Heróis de Chaves - Salvaterra de Magos

Um perigo...


Sem querer, rebaixaram o passeio....



quarta-feira, julho 09, 2008

Acessos - Complexo Desportivo Municipal

Já tivemos oportunidade de explicar a nossa discordância com o grau de prioridade que foi dado ao investimento do Complexo Desportivo Municipal de Marinhais (1,7 Milhões €), mas como diz o povo, quem pode... manda.

O que queremos saber é se os acessos ao Complexo, vão ser o que existem?

De ruas em terra batida, a umas alcotroadas onde cabe pouco mais que um carro, há de tudo.







Não há comparação com qualquer outro dos campos de futebol do Concelho.

quarta-feira, julho 02, 2008

INCÚRIA

Vila de Salvaterra de Magos




quarta-feira, junho 25, 2008

Jornal Fundamental


Entrevista - Vereador PS

«A imagem de super-poderosa da presidente veio por aí abaixo.»
2008-06-05

Nuno Antão, vereador eleito pelo partido socialista na Câmara de Salvaterra de Magos, sobre o processo que envolveu os eleitos do bloco de esquerda e a visita da Polícia Judiciária à autarquia salvaterrense.



É possível fazer um balanço sucinto do desempenho do bloco de esquerda neste mandato na Câmara de Salvaterra de Magos?
É uma desilusão. Aquilo que podemos definir como o projecto "Anita" em Salvaterra de Magos esgotou...

Projecto "Anita"?
Durante este mandato, e até nos dois mandatos anteriores, a figura central do projecto do bloco de esquerda nunca deixou de ser a presidente da Câmara. Por essa razão eu chamei-lhe projecto "Anita". Está esgotado, é como uma vinha velha, que tem muita parra e pouca uva. Tem-se notado uma perda progressiva da capacidade de resolver os problemas das pessoas, que era um dos argumentos difíceis de contrariar por parte das oposições. A resolução desses problemas arrasta-se meses a fio, o projecto esgotou e já não há capacidade para ir mais além. Nós assistimos, noutros concelhos aqui à volta, a autarcas que estão há mais tempo nas câmaras mas que têm capacidade de renovar os seus projectos, mas isso não acontece em Salvaterra...

O PS votou favoravelmente o plano de actividades e o orçamento para 2006, o primeiro deste mandato. Nessa altura não tinha a mesma opinião que sustenta actualmente.
Votámos favoravelmente o primeiro orçamento do mandato na certeza que algumas coisas não eram mesmo para ser feitas, porque estávamos em fase de transição entre quadros comunitários de apoio. Em 2007 já tivemos muitas dúvidas e desde logo levantámos a questão das expectativas que estavam a ser criadas nas populações, com projectos para tudo e mais alguma coisa, a todos os níveis...

Ainda assim, deram o benefício da dúvida e votaram de novo favoravelmente.
O que já não aconteceu para 2008, porque continuamos a ver os mesmos cenários, com a mesma lógica de sempre: procurar apoios comunitários onde eles não existem.

Vivemos momentos difíceis na economia nacional e até num contexto mundial. Essa conjuntura pode justificar as dificuldades que a Câmara tem em concretizar projectos?
Há sempre uma relação. O efeito pode não ser imediato, mas há sempre um efeito que vem a verificar-se. Mas nós estamos a falar de investimento público em infra-estruturas, e aqui a crise nacional ou internacional interfere pouco. Os fundos comunitários estão sempre disponíveis, ainda que nos períodos entre quadros as verbas sejam residuais. Na minha óptica, a questão fundamental tem a ver com incapacidade: o projecto do bloco de esquerda esgotou, e aí reside a questão essencial.

Mas reconhece algum mérito no trabalho de Ana Cristina Ribeiro ao longo dos mandatos que tem protagonizado na Câmara. Ou não?
É evidente que há coisas que foram bem feitas, mas qualquer pessoa as faria se estivesse investida no cargo. Eu penso que há aspectos que nem deveriam ser objecto de discussão ou de promessa política, como é o caso da rede de águas, cuja renovação é essencial. O saneamento ou a rede viária estão no mesmo patamar. Isto é o básico para qualquer munícipe que esteja disponível para gerir o concelho.

Traçou um quadro de incapacidade em relação à presidente. Considera que os munícipes têm consciência desse cenário? Estarão maioritariamente de acordo consigo?
Percebem claramente. Nós sentimos isso. O partido socialista venceu eleições atrás de eleições no concelho de Salvaterra e há um momento em que perde as eleições, em 1997. Há um ciclo que se inverte, verificando-se na altura uma quebra total de confiança no PS por parte das pessoas, que acreditaram noutro projecto. Todas as obras levadas a cabo pelo bloco de esquerda no primeiro mandato estavam projectadas pelo PS e tinham financiamentos garantidos.

A presidente diz que encontrou uma Câmara muito desorganizada e cheia de dívidas. Reconhece-lhe razão nesse contexto?
Não, não reconheço nada daquilo que foi dito na entrevista ao Fundamental. Havia uma dívida da Câmara à banca, mas pergunto: qual das câmaras municipais não a tem? Havia uma dívida de curto prazo a fornecedores, perfeitamente normal. E tanto os valores não eram exagerados nem preocupantes que foi possível ao longo dos anos seguintes manter o mesmo valor de dívida. Se formos apurar aquilo que é a dívida do município actualmente, concluiremos que é sensivelmente igual, não havendo grande diferença.

De qualquer forma, as pessoas não se reviram no PS de 1997 e empreenderam a mudança. Onze anos depois, o Nuno Antão sente que tem uma herança difícil nesse particular? Os salvaterrenses ainda estão ressentidos com o PS?
Já não sinto absolutamente nada disso. Confesso que na fase inicial da candidatura a este mandato ainda senti um pouco esse desconforto das pessoas em relação aos socialistas. Julgavam que era a mesma coisa, mas já constataram que não é. Eu tenho muito orgulho e sou solidário com os meus camaradas que geriram a Câmara até 1997, e quando faço análises ao passado faço-as de acordo com o contexto que se vivia na altura, até porque esse período, face ao que se vê hoje, é um período que não deslustra nem envergonha as pessoas que cá estiveram. Eu costumo dizer que a marca social desta Câmara é ter construído muita habitação social por ano, isto se chegarmos ao fim do mandato e estiverem construídas as doze habitações sociais previstas para Salvaterra de Magos. Essa é a marca social desta gestão. É como as escolas: quantas foram construídas nestes últimos dez anos? Eu não quero errar, mas acho que foram dois jardins de infância no concelho todo.

Acredita que 2009 poderá trazer de novo um cenário de mudança a favor do PS de Salvaterra?

Em 1997 o povo fez o seu julgamento e optou pela mudança. Numa primeira e numa segunda fase, acreditaram no projecto do bloco de esquerda. Neste momento, as pessoas já olham novamente com confiança para o partido socialista. Se analisarmos os resultados das eleições legislativas, das europeias e das presidenciais, verificamos que as pessoas nunca deixaram e votar no partido socialista. Eu sinto que as pessoas estão a retomar a confiança em nós.

Vai ser de novo candidato à presidência da Câmara em 2009?
Eu acredito nas instituições democráticas e é através das mesmas que estas coisas têm que ser definidas. O que lhe posso dizer é que neste momento sou candidato a candidato. Essa será uma escolha colectiva da concelhia do partido socialista. Eu estou disponível mas o partido poderá ter uma solução melhor e eu próprio poderei perceber que essa é uma solução melhor.

Qual é o problema mais grave que identifica no município de Salvaterra de Magos?
Não consigo identificar apenas um problema, ou aquele que possa ser o mais grave no concelho. Estão previstos um conjunto de investimentos para a área metropolitana de Lisboa que vão ter grande repercussão no concelho. O novo aeroporto de Lisboa, a rede de TGV, as plataformas logísticas a Norte e a Sul do Tejo. São investimentos públicos gigantescos, de uma dimensão nunca antes vista no país, que vão ocorrer ao pé de nós. É difícil identificar um problema entre tantos ou dizer que esse é prioritário em relação a outros. O concelho precisa de acompanhar essas obras que vão ser desenvolvidas.

O concelho de Salvaterra está preparado para as consequências inerentes à fixação do aeroporto em terrenos do município vizinho de Benavente?
O desenvolvimento demográfico da área metropolitana de Lisboa empurra as pessoas para longe da capital e elas vão começar a fixar-se aqui nas zonas da lezíria e do oeste. Os pólos universitários vão começar a ficar muito longe. Nós temos espaço e condições para que desde já se comece a trabalhar no sentido de atrair universidades para o território do município. Outra questão tem a ver com as zonas industriais, que permitem a criação de empresas...

A esse respeito, a oposição acusa a presidente de não ter garantido atempadamente terrenos que hoje pudessem constituir uma zona industrial atraente a investidores. Ana Ribeiro responde, afirmando que o PS esteve na Câmara até 1997, também o poderia ter feito e não o fez.
Eu não entendo quem se justifica por não fazer com o facto de outros também não terem feito. Não é essa a leitura que faço da gestão da coisa pública. O concelho de Salvaterra esteve isolado durante anos. Havia um grande constrangimento no acesso a Benavente com uma ponte estreita e sem condições, havia uma ponte a Este, em Santarém, também sem condições. De 1998 para cá temos uma nova ponte em Benavente, temos a ponte Salgueiro Maia, temos uma auto-estrada e um nó de acesso à mesma e agora temos a ponte da Lezíria. Ou seja, de 98 para cá é que foram os anos das oportunidades perdidas. A história dos últimos dez anos é isso que nos diz.


A oposição diz com frequência que as negociações nas quais entra a presidente da Câmara raramente chegam a bom termo.
É um facto, que também tem sido demonstrado pela história dos últimos dez anos. Recentemente parece que já houve a aquisição de um terreno para o jardim de infância do Granho, um negócio bem sucedido e que teve a participação directa da presidente, como ela gosta de referir. Ora, não me parece que seja preciso referir que a presidente da autarquia esteve envolvida nas negociações seja do que for. Essa é a sua obrigação. Também temos sido surpreendidos com tiradas fabulosas sobre o que é o trabalho da presidente, que trabalha de noite, trabalha até tarde e ao fim de semana. É o sinal que o projecto esgotou, já não há argumentos.

Que opinião tem da presidente Ana Cristina Ribeiro?
Tenho respeito institucional pela presidente da Câmara. Não a conheço, sinceramente não tenho interesse nenhum em conhecê-la, mantenho por ela um respeito institucional. Como presidente da Câmara, actua segundo um método com o qual não concordo e por isso é que sou opositor.

Como viu os acontecimentos que há pouco mais de um ano tiveram lugar em Salvaterra e que culminaram com a presidente, o vice-presidente e o presidente da Junta de Salvaterra constituídos arguidos?
Foi o resultado de um conjunto de denúncias vindas não se sabe de quem e trata-se de um caso que, segundo sei, não teve desenvolvimentos, pelo que me abstenho de comentar o caso nesse sentido.

Mas estranhou o que aconteceu?
Não, não estranhei absolutamente nada.

Não se revê naquelas opiniões que dizem que o que aconteceu em Salvaterra foi uma retaliação pelo que estava a acontecer na Câmara de Lisboa com origem em denúncias de Sá Fernandes?
Eu não tenho uma visão tão redutora do funcionamento do país nem dos órgãos de soberania. Estamos a falar de uma investigação que é conduzida de forma independente. Se algum dia eu acreditasse que tal era possível, então deixava de acreditar que vivo num Estado de Direito.

Esses acontecimentos vieram abalar a imagem da presidente junto da população?
Acabam sempre por abalar. É inevitável que isso aconteça. Tenho vivido esse drama também a nível familiar e não tenho dúvidas nenhumas que abala. Aquela imagem super-poderosa que a presidente ostentava veio por aí abaixo. É claro que podem não ser problemas que justifiquem a acção judicial, mas há problemas e as investigações da Polícia Judiciária são normais num Estado de Direito.

Mas é normal que venham as televisões e toda a comunicação social atrás?
É uma situação recorrente. Há colegas seus da comunicação social que nesta altura do ano passam dias inteiros no aeroporto à espera que cheguem jogadores de futebol. Também há os que passam os dias atentos ao que se passa no TIC e na Polícia Judiciária.

Nuno Cláudio

segunda-feira, junho 02, 2008

quinta-feira, maio 29, 2008

NAL - IMPACTOS

Exmas. Exmos.


O Partido Socialista, tem o prazer de as (os) convidar para um Colóquio / Debate no dia 30 de Maio de 2008 pelas 21h no Auditório da Escola Profissional de Salvaterra de Magos, sobre o Novo Aeroporto de Lisboa – Impactos (Económicos, Urbanísticos, Agrícolas, Sociais e Culturais, no Concelho de Salvaterra de Magos e no Ribatejo).


Para nos ajudar na reflexão contamos com a presença de;


- Dionísio Mendes (Presidente da Câmara Municipal de Coruche)

- Francisco Madelino (Docente ISCTE, Presidente do IEFP)

- Vitor Barros (Presidente da Companhia das Lezírias)

- Paulo Cardoso (Presidente do Núcleo Sorraia - NERSANT)

Agradecemos desde já, a melhor atenção para esta importante reflexão para o desenvolvimento do nosso Concelho e Região.

Certos da presença, os melhores cumprimentos e cordiais saudações.

quarta-feira, maio 28, 2008

A SEMANA, À SEXTA

Por assuntos relacionados com o acompanhamento de um familiar próximo que se encontra hospitalizado, foi-me completamente impossível manter o artigo que aqui realizo periodicamente. No entanto os maus dias já se foram e tudo volta à normalidade.

Tenho escrito sobre o Estádio Municipal a edificar em Marinhais, sem com isso lhe retirar a legitimidade que se lhe confere - ou não. Tenho também escrito sobre a possibilidade quase certa de se realizar um relvado sintético na Glória do Ribatejo sem que daí se possam extrair quaisquer tipos de invejas. O que faço, tão só, é reclamar para Salvaterra de Magos, vila sede de um Clube Desportivo quase centenário e onde centenas de crianças praticam desporto, uma infra-estrutura que dignifique a camisola azul e amarela. Tão só.

E eis senão quando aparece o Sr. Presidente da Junta de Marinhais, Vitorino Santos, com um discurso inflamatório e sectário, ressalvando a luta que segundo o próprio existe entre Salvaterra e Marinhais. Confesso que enquanto lia a entrevista ao Sr. Vitorino Santos no Jornal “Fundamental” passei rapidamente ao último parágrafo, ao parágrafo onde poderia estar a reivindicação “Marinhais a Concelho !”.

Mais do que uma baixa campanha que visa a conquista de votos por razões quase étnicas, trata-se nesta entrevista de uma “guerrilha” pessoal entre o Presidente da Junta de Marinhais e alguém em Salvaterra. Decididamente, esta não é a forma política de agir do Partido Socialista em Salvaterra de Magos, mas será concerteza ainda a configuração histórica de actuação de alguns ditos socialistas.

A toponímia é, nos dias que correm, uma necessidade. Parecendo impossível, existem ainda ruas, avenidas e becos sem número de polícia, sem nome. Na Junta de Salvaterra procedeu-se recentemente a uma atribuição quase generalizada de toponímia onde ela faltava. Tenho no entanto sido contactado por diversas pessoas no sentido de saber se o número de polícia que possuíam se mantém, e questionando também o que há a fazer para “legalizar” toda uma panóplia de documentos oficias e pessoais, alterando-lhe a morada. Estou neste momento a trabalhar numa solução para esta situação, que conto apresentar na próxima reunião de Junta.


Nelson Guerra

16.05.2008

terça-feira, maio 06, 2008

terça-feira, abril 29, 2008

ups...ups...e mais ups...

De segunda às 9h30m para terça às 9h30 e finalmente para as 17h, vamos ver se é desta....

MÊS DA ENGUIA

No passado mês de Março, decorreu mais um Mês da Enguia no Concelho de Salvaterra de Magos. Iniciativa louvável, e de grande mérito, na promoção de uma das melhores marcas do nosso Concelho: o Rio Tejo.

Todos temos consciência da crescente necessidade de desenvolver as economias locais de forma sustentada. Como tal, o turismo gastronómico é certamente um vector dinâmico. Como boas práticas, basta referir, por exemplo, o Festival Nacional de Gastronomia em Santarém, e o movimento anual de milhares de pessoas em Almeirim. Neste último caso, para que todo o país possa degustar a famosa Sopa da Pedra na sua terra de origem.

Se no conceito e no simples facto da sua realização, o Mês da Enguia é uma boa aposta, na programação está desequilibrado, e na promoção é uma grande desilusão:

a) É uma boa aposta no conceito e na sua realização, porque coloca o Concelho de Salvaterra de Magos na rota do turismo gastronómico, com os efeitos positivos que isso pode trazer ao desenvolvimento da economia local;

b) A programação é desequilibrada porque concentra na sua totalidade os iniciativas complementares ao Mês da Enguia na Freguesia de Salvaterra de Magos, quando devia ser muito mais desconcentrada pelas outras cinco Freguesias;

c) Na promoção é uma desilusão porque se limita a dúzia e meia de cartazes e de folhetos (que este ano saíram com informações incorrectas, nomeadamente nos horários, num claro sinal de copiar/colar sem correcção), espalhados pelo Concelho, e a uns poucos outdoor’s dentro do Concelho e fora deste (pelo menos um, junto às portagens de Alverca da A1 no sentido Sul-Norte).

Mais empenho e profissionalismo são exigidos.

Tenho ao longo dos anos, em nome do Partido Socialista, apresentado um conjunto de propostas que visaram sempre a aumento da qualidade da organização deste evento.

Este ano, mais uma vez, apresento um conjunto de propostas, que o PS a governar o Município de Salvaterra de Magos, certamente implementava… e implementará… de modo a gerar equidade e equilíbrio na participação das freguesias do Concelho.

Em primeiro lugar, tem de se apostar numa utilização das tecnologias de informação, potenciando até ao limite, a escala mundial de divulgação que tal tecnologia permite. Não é possível limitar tal utilização a um site de uma empresa privada, como aconteceu nos últimos anos.

Mas a estratégia de comunicação não pode ficar pela divulgação electrónica. O Concelho tem de se transformar durante o mês de Março. O clima festivo tem de imperar, a exemplo do que acontece nestes dias em Samora Correia e Benfica do Ribatejo. É impossível passar por estas duas localidades, servidas pela E.N. 118, tal como nós, sem perceber que irá decorrer um evento local.

Fundamental para o sucesso da iniciativa é a programação descentralizada de novas actividades complementares à Enguia.

Percebemos e compreendemos que se tente utilizar sinergias e salvar o Mês da Enguia à custa de actividades já consolidadas, tais como o Konta- Kilómetros, os 12 Kms de Salvaterra de Magos - Prova Prof. António Lopes, as exposições no Centro de Interpretação e Educação Ambiental, o Festival de Ranchos Folclóricos no Cais da Vala, este ano com a Taça do Ribatejo em Canoagem no Cais da Vala e a prova de BTT da Glória do Ribatejo.

Facilmente concluímos que o Município está refém e não constrói linhas de fuga. Ou seja, grande percentagem das actividades continuam a ser realizadas na Freguesia Sede do Concelho, e ponto final. Como entidade organizadora, não pode promover tal desequilíbrio.

Descentralizar é vital para fazer vingar o Mês da Enguia como uma festa concelhia e não como mais uma festa da freguesia, como já o são as Festas do Foral e até a Equimagos.

É preciso mobilizar as associações / colectividades de todas as freguesias, e fomentar a realização de torneios internacionais de Futsal e Andebol nas freguesias de Marinhais e Glória do Ribatejo, assim como organizar um grande evento em volta da agricultura na freguesia de Muge.

A intenção do PS, passa pela organização anual um Congresso sobre a Agricultura, convidando todos os agricultores do Ribatejo a reflectirem sobre o futuro do sector primário na região, mais concretamente sobre as diversas fileiras da nossa região.

Esta será sempre a forma mais simples de diversificar as iniciativas, descentralizando-as por todas as freguesias, contribuindo para a coesão municipal.

E porque não associar ao Mês da Enguia o Arroz Carolino, afinal de contas o melhor arroz carolino produzido no mundo tem a marca em Salvaterra de Magos, será difícil fazer convergir o melhor que temos no Concelho?

É preciso um rumo, É preciso saber o que se quer. Nós sabemos o que queremos e como fazer. Que diferença?...Está à vista…

Continuamos a ter é um Rumo para o Concelho de Salvaterra de Magos.


Salvaterra de Magos, 25 de Abril de 2008

Nuno Mário Antão
Deputado AR
Vereador CMSM

segunda-feira, abril 21, 2008

A SEMANA, À SEXTA.

O Partido Socialista festeja nos próximos dias o seu 35º Aniversário. A festa decorrerá no Porto, ao jantar, onde marcará presença o Secretário Geral José Sócrates e diversos históricos decisores políticos. Aproveitando o mote – e vou fazê-lo pela primeira vês desde há alguns anos – tecerei de seguida algumas considerações acerca do PS em Salvaterra de Magos.

Comecemos pelos meses que antecederam a derrota eleitoral autárquica do PS em Salvaterra de Magos. Existem, quanto a esta matéria, alguns tabús que permanecem na esconsa memória de alguns camaradas. Não houvesse a moralidade de outros, e ainda hoje estaríamos, quiçá, a questionar-nos sobre tamanha derrota (sim, é disso que se trata).

Acredito contudo que o PS foi vencido também, e em grande, parte pelo cansaço de poder. A madorna apoderou-se do Partido como um sono inadiavel que urge consumar. Sempre os mesmos camaradas, sempre os mesmos adversários políticos, sempre o mesmo “quadro de miséria política”, fizeram com que o PS caí-se na pior armadilha do poder autárquico – a ostentação – que normalmente custa votos e muitas vezes o poder. E custou. Custou tanto a alguns como aos outros, mas como sempre foram os outros que, sem tempo para pensar, trataram de pôr mãos à obra e pés ao caminho.

Esse caminho de que, posso escrevê-lo, também faço parte. Mas o caminho, o novo caminho, começou tão só aí.

Por isso fadiga ouvir dizer que o PS esteve tantos anos aqui ou ali e que tudo ficou na mesma – essa grande mentira – e por tal “deixem-se estar mas é sossegados”. NÃO. O nosso caminho contempla o futuro, as ideias, a Europa e abomina a maledicência e o ódio, os revanchismos e a política da terra queimada.

É tempo da população do nosso Concelho olhar e ver. Estamos aqui, somos Socialistas como a esmagadora maioria deste Concelho – facto documentado pelas votações ao longo dos anos – e dizemos presente aos anseios e necessidades da nossa população. E dizemos também não à madorna que está instalada actualmente e que tantos nos tolheu o espírito no passado recente.A política é feita de ciclos.

Sinto que o nosso está a chegar.

Nelson Guerra

quarta-feira, abril 16, 2008

De quinze em quinze dias...

Lembrei-me de um seminário relativo ao combate à fuga e fraude fiscal, promovido em 2006 pela Ordem dos Economistas, em que foi discutido o facto de algumas empresas não efectuarem retenções na fonte sobre ajudas de custo ou outras remunerações acessórias pagas ao trabalhador. Recaía então sobre o trabalhador, a responsabilidade em pagar o imposto.

Milhares de empresas usavam esta forma de pagamento, ajudas de custo ou outras, como parcela para complementar baixos e altos salários, não as considerando como despesas com remunerações de trabalho, logo, sem as declarar ao fisco.

Esta introdução, serviu para pegar nas ajudas de custo e nas outras remunerações acessórias. Certo é, que dão pano para mangas. Não só na elaboração dos orçamentos, mas também durante a respectiva execução.

Lembro o leitor, que o Governo, na sequência do disposto no n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 41/2008, cativou recentemente mais verbas, com o objectivo de promover a contenção.

Quero eu dizer, que os “levantes” sobre as Ajudas de Custo, das Despesas de Representação, das despesas em Deslocações e Estadas, assim como das despesas em Combustíveis e Lubrificantes, podem ou não ser justos.

Quando se trabalha com orçamentos e dinheiros públicos, o mínimo que se deve exigir é rigor, transparência, responsabilidade e bom senso. E recordar o que se disse à população nas campanhas…

Tenho presente, que as despesas só se devem perspectivar e cabimentar, quando justificadas com um objectivo de interesse público e com uma agenda de trabalho associada, de preferência com relatório de resultados.

Bom Senso!

Permitam-me, não sei se a ironia: qualquer dia temos alguns Presidentes de Junta a apresentar documentos de quitação relativos a prestação de serviços relacionados com motorista particular.

Saudações,
Marco Cristóvão

segunda-feira, abril 14, 2008

Perdemos mais um amigo


A toda a família do João Monteiro, o Partido Socialista apresenta as mais sentidas condolências. Todos perdemos um bom amigo

sábado, abril 12, 2008

A Semana, À Sexta.

Na passada semana, por obrigações laborais, passei diversas vezes na Ponte D. Amélia e subsequente estrada de acesso Muge/Ponte. E o que lá se vê (no dia 7 de Abril de 2008 pelas 10.00h estava assim) não é bonito. Se não se põe rapidamente mãos à obra poderão ali existir acidentes, uma vez que existem buracos de dimensões consideráveis no piso em zonas de curva. O que eu vi foi um ligeiro a desviar-se ao buraco e partir o espelho da viatura que seguia em sentido contrário, não conseguindo “safar-se” a um rebentamento de pneu. Convém resolver.

E se a estrada não está em boas condições, que dizer da ponte. É um mau cartão de visita. As condições actuais da Ponte D. Amélia devem-se em muito a veículos que não podendo ali transitar, o fazem sem qualquer problema. Penso que não basta reparar a Ponte, temos também de zelar pelo cumprimento das regras ali definidas.

Como escrevi há algumas semanas atrás, o Mercado Diário em Salvaterra de Magos não está de boa saúde. Fiz ali um estudo com a duração de quinze dias e os resultados são os esperados. A taxa de ocupação é desastrosa , os escalões etários dos comerciantes ali presentes não nos dão grandes esperanças em termos de futuro e o funcionamento, segundo quem lá trabalha, é deficiente e está mal aplicado. Deixarei aqui os resultados na próxima semana, uma vez que quero, em primeira mão, apresentá-los a quem de direito.

O Nilton, aquele rapaz de óculos azuis que é tido como um dos grandes comediantes da actualidade em Portugal, deu uma pequena entrevista ao jornal “O Mirante”, não se coibindo de atacar a tauromaquia e quem é aficcionado, dizendo coisas que são já banais para quem acompanha esta luta pelos direitos dos animais. Mas o Nilton, “a páginas tantas”, foi mais longe e diz que já viu largadas e encierros, mas que não achou grande jeito a Pamplona, já que só morreram dois homens. Ó Sr. Nilton, se o Sr. não fosse cómico, eu até pensava que estava a falar a sério.

PS : Não consta que a pessoa em questão tenha dito alguma coisa acerca da invasão de campos de milho para destruição dos mesmos por um movimento pró ambiente e anti-touradas, com prejuízos avultados para o proprietário.

Nelson Guerra

sexta-feira, abril 04, 2008

A SEMANA POLÍTICA, À SEXTA

Mais uma edição do “Fundamental” e mais um comunicado político (PSD) acerca do “gasóleogate” da Junta de Freguesia de Salvaterra de Magos. O PSD esgrime os seus argumentos, que tem como válidos e importantes com vista à “vitória” neste caso. O Presidente da Junta diz que a Sra. Secretária Maria de Jesus “desapareceu” . O PS, através da minha pessoa, pergunta a ambos quando é que se começa a falar do que realmente interessa à população?

José Gameiro, eterno investigador e grande conhecedor da história de Salvaterra de Magos, possui um espólio admirável e a ele recorrem, diariamente, alunos das diversas escolas do concelho em busca de informação. Pode faltar-lhe rigor no registo das fontes que utiliza, pode até em determinados momentos cair em lutas estéreis quando se vê atormentado na sua honra, mas alguém com tamanho historial deve ser apoiado directamente para que tudo o que possui não se dissipe num baú. É tempo da cultura dar “a César o que é de César” e apoiar a edição da história de Salvaterra por José Gameiro. “É a Cultura...”

Há poucos dias apareceram na entrada dos Centros de Saúde de Muge e do Granho, comunicados não identificados anunciando o potencial fecho do serviço por falta de médico. O PS está a tentar obter informação fidedigna sobre este caso através da Secretaria de Estado da tutela, e mostra-se surpreendido pela inoperância política de quem está no poder para devolver a tranquilidade aos utentes. Mas esta situação de dúvida interessa a alguém?

Parabéns ao Clube Náutico de Salvaterra de Magos pela medalha de ouro na Taça de Portugal de Tripulações em Canoagem (canoas com mais de dois lugares), neste caso em K4. O trabalho recompensa.

Parabéns também ao Clube de Andebol de Salvaterra, que coloca equipas em disputa directa com os ditos grandes. É de reconhecer.

Para a semana, esperamos mais novidades. Reunião da Junta de Salvaterra na segunda às 14h e reunião da Concelhia PS Salvaterra de Magos à noite. Começamos a semana “em beleza “

Nelson Guerra

terça-feira, abril 01, 2008

A SEMANA POLÍTICA, À SEXTA

A Junta de Freguesia de Muge conta com um executivo “bicolor” para guiar a Freguesia. O PS conta com o César Diogo, jovem socialista de palavra certa e acção política, para se fazer representar de forma digna. O César Diogo não só faz o seu trabalho político como ainda vai dando uma ajuda aqui e ali, resolvendo problemas que outros foram criando de forma despudorada ao longo dos anos e para os quais se fez vista grossa por interesses meramente políticos.

A Junta de Freguesia de Glória do Ribatejo, liderada pelo João Oliveira “Benavente”, funciona de forma também “multicolor”, embora faça o seu trabalho e saiba responder aquilo que são as pretensões da população, emanadas num manifesto autárquico que é para cumprir.

Não digo, nem podia fazê-lo, que nestes dois exemplos tudo corra bem. O que digo, sem quaisquer tipo de dúvidas, é que o serviço público político a que se propõem os responsáveis destas freguesias não contempla o ataque pessoal a todo o custo.

Duma análise que fiz às Actas das reuniões da Junta de Freguesia de Salvaterra de Magos, na qual exerço as funções de Tesoureiro (Presidente, João Nunes, do Bloco de Esquerda e Secretária, Jesus Carreira, do PSD), reparei que as intervenções com mais de dois minutos se centraram quase na sua totalidade em ataques pessoais, conversas paralelas e assuntos que de interesse para a Freguesia e seus habitantes não têm nada.

É já dito, de forma até recalcada, que as Freguesia são o parente mais próximo das populações e dos seus problemas. Em Salvaterra, a Freguesia passa muito tempo a olhar para o seu umbigo e seus problemas pessoais, e esquece-se um pouco do que é importante : as pessoas.

Não compreendo o porquê de tanto revanchismo e de tanto ódio. Se o percebesse, seria porventura mau sinal.

É que eu, e o PS, não pertencemos a este filme.

Nelson Guerra

segunda-feira, março 31, 2008

Os Centros Escolares

Na Campanha Autárquica de 2005, o Partido Socialista apresentou aos munícipes de Salvaterra de Magos, uma proposta de construção de um Centro Escolar para todo o Concelho.

Como estudamos e fazemos uso do Benchmarking, e apreciamos as boas práticas, ficamos convencidos pelo modelo apresentado pelo Concelho de Paredes de Coura (http://www.centroescolar.min-edu.pt/np4/13), onde autarcas com visão de futuro, sem que nada lhes tivesse sido imposto, entenderam que o melhor que podiam fazer pelas suas crianças era garantir mais qualidade, quer do ponto de vista pedagógico, quer ao nível das infra-estruturas (melhores salas, cantina, polidesportivos cobertos, biblioteca e salas de informática, por exemplo).

Esse era o ponto de partida da nossa proposta. Lembro-me muito bem do que disseram os outros candidatos, incluindo a Presidente de Câmara.

Como não temos uma visão redutora das políticas públicas, ouvimos, estudamos, reflectimos e evoluímos. O melhor para o Concelho de Salvaterra de Magos seria não um Centro Escolar, mas sim dois Centros Escolares, um na Freguesia de Salvaterra de Magos (que abrangia Foros de Salvaterra e Salvaterra de Magos), e outro na Freguesia de Marinhais (que inclui as Freguesias de Glória do Ribatejo, Granho, Marinhais e Muge).

Esta foi, e é, no nosso entender, a melhor proposta. Garante eficiência, equidade e qualidade, numa gestão realista dos recursos humanos e financeiros.

Não era este o caminho proposto pela então, e actual maioria. O que propunham era mais do mesmo. Obras pequenas, pequenos arranjos, enfim, um conjunto de medidas avulsas sem rumo algum… o que pelo menos confere a este executivo em geral, e à Presidente de Câmara em particular, um registo de coerência. Mais, não têm rumo nesta matéria, nem em nenhuma outra. É navegação à vista e nada mais.

Evoluíram! Menos mau. Já defendem os Centros Escolares. Três: Foros de Salvaterra, Marinhais e Salvaterra de Magos.

Levantam-se pois várias questões para as quais ainda não obtivemos uma resposta clara. Qual é a prioridade de construção? O que irá ser feito para minimizar os desequilíbrios que irão ser gerados nas restantes três freguesias, Glória do Ribatejo, Granho e Muge? Qual a forma de financiamento dos três projectos?

Mantendo como boa, realista e geradora de igualdade de tratamento a nossa proposta, estamos certos que conseguiríamos executar ambas as obras em simultâneo.

Contudo, não deixamos de reflectir sobre as propostas da maioria do Bloco de Esquerda:

- Não vislumbrando capacidade para avançar em simultâneo com os três Centros, consideramos prioritário o Centro Escolar dos Foros de Salvaterra, que é manifestamente a Freguesia com mais deficiências nesta área, depois o Centro Escolar de Marinhais (alargando a sua abrangência às Freguesias de Muge, Glória do Ribatejo e Granho), e finalmente o de Salvaterra de Magos. Julgamos que assim, se garantia o equilíbrio municipal sobre uma oferta de qualidade na área da educação.

- Sobre o financiamento, como é óbvio, entendemos que o Quadro de Referencia Estratégia Nacional é uma fonte, mas não pode ser a fonte para todas as curas. Como já o dissemos, na discussão do Orçamento Municipal para 2008, o que não faríamos era lamentarmo-nos das poucas verbas inscritas na 1.ª fase do Programa Operacional Regional Alentejo do QREN, e depois apregoar o seguinte:

“Investimento de 1 milhão e 700 mil euros representa uma forte aposta na melhoria das condições da prática desportiva no Concelho de Salvaterra de Magos."
(http://www.cm-salvaterrademagos.pt/salvaterra/NoticiasEventos/Noticias/CompDespMarinhais.htm)

Não é possível ter como prioridade um empréstimo de mais de um milhão de euros, e depois andar a lamentar-se das poucas verbas da primeira fase de candidaturas ao QREN.

É preciso um rumo. É preciso saber o que se quer. Nós sabemos o que queremos e como fazer. Que diferença?… Está à vista…

Continuamos a ter é um Rumo para o Concelho de Salvaterra de Magos.


Salvaterra de Magos, 27 de Março de 2008
Nuno Mário Antão
Deputado AR
Vereador CMSM

Sessão de Câmara - 02 Abril (Privada)